Caixa reúne álbuns clássicos de Cartola e compilação de parte menos conhecida de sua obra

O compositor mangueirense em fotografia de Walter Firmo de 1980, ano em que veio a falecer
O compositor mangueirense em fotografia de Walter Firmo de 1980, ano em que veio a falecer

 

Nome fundamental da música brasileira em qualquer tempo, Cartola foi um dos responsáveis pela popularização do samba, sendo um dos fundadores da Estação Primeira de Mangueira, uma das primeiras e até hoje mais populares escolas de samba do Brasil. Deixou ao menos dois discos definitivos, ambos batizados simplesmente com o nome do compositor, lançados pela gravadora Discos Marcus Pereira, em 1974 e 1976, respectivamente.

Como assim, Cartola só chega ao disco na década de 1970, se décadas antes havia ajudado a transformar o carnaval carioca? Pois é, a coisa se deu tardiamente, e ele já contava mais de 60 anos ao estrear no mercado fonográfico, após o escritor Sérgio Porto – ou Stanislaw Ponte Preta – descobri-lo lavando carros – já havia sido pedreiro, onde ganhou o apelido: usava um chapéu coco para proteger os cabelos contra a poeira das obras.

Depois da re/descoberta – já era um compositor apreciado em Mangueira – o produtor João Carlos Botezeli, o Pelão, responsabilizou-se pelo resto e a estreia de Cartola vendeu mais de 20 mil exemplares em poucos meses e é até hoje um dos mais bem sucedidos discos do catálogo de Marcus Pereira – que lançou mais de 100 discos ao longo de pouco mais de década de atuação, muitos deles inéditos no formato digital.

“Ele não só fundou a Estação Primeira como lhe deu o nome e as cores verde-e-rosa. Foi o seu primeiro diretor de harmonia”, afirma o jornalista Sérgio Cabral (não confundir com seu filho) no texto da contracapa do LP original. “Villa-Lobos […] era um grande admirador de Cartola e o convidou várias vezes para participar de espetáculos que promovia. Foi parceiro de Noel Rosa e seus sambas foram gravados por intérpretes como Francisco Alves, Mário Reis, Silvio Caldas, Carmen Miranda, Elizeth Cardoso e Paulinho da Viola. São muitos, portanto, os títulos de Cartola, o mestre de tantos compositores importantes (o próprio Paulinho da Viola o aponta como a sua grande influência)”, continua, destacando a importância do mangueirense.

Todo tempo que eu viver. Capa. Reprodução
Todo tempo que eu viver. Capa. Reprodução

“O sucesso de vendas e de crítica do LP de estreia de Cartola abriu as portas de um novo mundo para o sambista, que passou a fazer muitos shows por todo o país. Pela primeira vez, Cartola estava vivendo apenas de sua arte. Os mais de 50 mil LPs vendidos em menos de um ano também animaram a gravadora Discos Marcus Pereira a levar Cartola novamente para o estúdio”, aponta o jornalista e pesquisador musical Eduardo Magossi em texto no encarte da reedição do disco de 1976, que, ao lado da estreia e de Tempos idos, integra a caixa Todo tempo que eu viver [Universal, 2016, R$ 79,90], caprichada reedição que inclui fichas técnicas e textos das contracapas dos LPs originais.

Pelão e o diretor artístico Aluízio Falcão haviam deixado a Marcus Pereira no ano anterior e a produção do novo disco ficou a cargo de Juarez Barroso, que trabalhava no caderno cultural do Jornal do Brasil. Dino 7 Cordas, arranjador do disco anterior, foi mantido no posto.

Se, do primeiro disco, além de Dino, haviam participado da gravação músicos como Elton Medeiros (ritmo), Jayme Florence, o Meira (violão), Canhoto (cavaquinho), Copinha (flauta) e Raul de Barros (trombone), entre outros, o segundo trazia também Abel Ferreira (sax tenor) e Altamiro Carrilho (flauta), além de marcar a estreia em disco do violonista Guinga.

Se a estreia era completamente autoral, com algumas faixas assinadas em parceria, no segundo disco Cartola cantou sambas de sua lavra e de outros bambas. Considerado o oitavo melhor disco da música brasileira em eleição da revista Rolling Stone Brasil, o álbum de 1976 tem clássicos como O mundo é um moinho (Cartola), Sala de recepção (Cartola) – que Pelão arrependia-se de não ter incluído no repertório da estreia –, Preciso me encontrar (Candeia), Peito vazio (Cartola), Acontece (Cartola), Meu drama (Senhora tentação) (Silas de Oliveira) e Cordas de aço (Cartola). A inclusão do portelense Candeia e do imperiano Silas de Oliveira no repertório demonstra que as preocupações primeiras eram a beleza e qualidade dos sambas.

Hoje um clássico, Sala de recepção, foi composta em 1941 quando “Paulo da Portela, desgostoso com a escola que fundara, mudou-se para a casa de Cartola, na Mangueira. Queria mudar de escola, mas os mangueirenses convenceram-no do contrário: seu lugar era na Portela, para onde o levaram de volta, em comitiva. Sobre a permanência de Paulo na Mangueira, Cartola fez na época este samba, inédito e aqui apresentado em diálogo com Creusa [filha de criação de Cartola, ela também canta em Ensaboa]. O inimigo que, na Mangueira, “se abraça como se fosse irmão”, evidentemente é Pauo da Portela”, afirma em um faixa-a-faixa na contracapa do LP original o jornalista/produtor Juarez Barroso. Preciso me encontrar tem o fagote de Airton Barbosa, do Quinteto Villa-Lobos.

Se é bastante conhecido o repertório dos dois títulos inaugurais de Cartola, bem como de outros, lançados posteriormente, já fora da gravadora Marcus Pereira, a “surpresa” da caixa Todo tempo que eu viver reside em Tempos idos, que “compila toda a discografia avulsa de Cartola registrada durante os anos de 1967 e 1976 em discos de outros artistas e projetos especiais para gravadoras como Copacabana, Tapecar, Odeon, Discos Marcus Pereira, e até para uma série de fascículos da Editora Abril”, anuncia Eduardo Magossi em texto no encarte.

O jornalista, que assina a curadoria do lançamento, explica a origem da faixa que dá título ao terceiro disco da caixa: “ela foi composta em 1961 – ano em que Cartola voltava para a Mangueira depois de um afastamento de 21 anos – como candidata a samba-enredo da escola no carnaval. A música, contudo, que fazia um relato saudosista e poético da história das escolas de samba e do carnaval carioca, não foi escolhida, segundo a escola, por não ter elementos capazes de empolgar o público”.

“Pelos salões da sociedade/ sem cerimônia ele entrou/ já não pertence mais à Praça/ já não é samba de terreiro/ vitorioso, ele partiu para o estrangeiro/ e muito bem representado/ por inspiração de geniais artistas/ o nosso samba, humilde samba/ foi de conquistas em conquistas”, diz a letra da parceria com Carlos Cachaça.

A compilação inclui pot-pourris em que o compositor aparece ao lado de Clementina de Jesus e Elizeth Cardoso e Odete Amaral, Clementina de Jesus, Nelson Cavaquinho e Carlos Cachaça, além de gravações ao vivo de clássicos como Quem me vê sorrindo, O sol nascerá, Alvorada e Acontece. Traz ainda os sambas-enredo Vale do São Francisco, de 1948, e Chega de demanda, de 20 anos antes, “uma das primeiras composições de Cartola e o primeiro samba-enredo da recém-fundada Mangueira”, atesta Magossi.

Entre clássicos e músicas menos conhecidas, mas fundamentais para uma melhor compreensão do universo de Cartola, Todo tempo que eu viver é um mergulho indispensável na obra daquele que era considerado por Nelson Cavaquinho “o maior compositor da nossa música”, conforme declarou em entrevista a Sérgio Cabral.

Ouça Cartola e Creusa em Sala de recepção:

Viva Paulinho da Viola!

Paulinho da Viola completou 70 anos ontem. Não houve estardalhaço como para outros setentões de 2012 (ou como imagino que haverá, não imerecidamente, para Chico Buarque daqui a dois anos). Não é de hoje a diminuição quase sempre imposta a este grandessíssimo artista, em geral tido apenas como sambista (como se isso fosse coisa menor) e não como um artista da MPB (o que é MPB? Samba não é música?, não é popular?, não é brasileiríssimo?).

Paulinho da Viola é fundamental! Artista de nobre linhagem e rara elegância, merece figurar em qualquer panteão da música brasileira. Se a mídia não deu a devida atenção, mesmo que apenas por ocasião da efeméride, o artista anuncia shows (no Rio, de graça, na Madureira berço de sua Portela do coração, e no Carnegie Hall) e caixa com discos, informações que li na Folha de domingo, onde soube também que a Portela irá homenageá-lo na avenida em 2013.

O maranhense João Pedro Borges, que tocou em A obra para violão de Paulinho da Viola, dividindo o disco com o artista e o pai dele, César Faria (violonista do conjunto Época de Ouro que acompanhou Jacob do Bandolim), já afirmou que é bastante valiosa a contribuição do músico para a escola brasileira do instrumento. Esta sua faceta, de compositor de choros sofisticados, é bem menos conhecida que a de sambista, porém não menos importante. O disco citado é hoje tão desconhecido quanto raro: foi distribuído como brinde de fim de ano aos clientes de uma empresa em meados da década de 1980, nunca tendo chegado ao formato digital.

Um dos momentos de maior emoção na vida do músico aconteceu quando sua Foi um rio que passou em minha vida foi cantada no aquecimento, o “esquenta”, o samba que anima os membros da escola antes de a mesma entrar na avenida. Isso foi em 1971, o disco lançado no ano anterior, espécie de resposta que Paulinho dava a si mesmo, depois de ter escrito Sei lá, Mangueira (parceria com Hermínio Bello de Carvalho), enaltecendo a rival.

Até hoje há quem acredite que sua Sinal Fechado, regravada por, entre outros, Fagner e Chico Buarque, seja de autoria do último.

Para um amor no Recife já teve regravações de Marina Lima e Zé Ramalho, alguém aí ainda desconfia que Paulinho é só do samba (o que não seria pouco)?

Paulinho é também presença constante nos discos de Marisa Monte, seja emprestando obras primas do quilate de Para ver as meninas e Dança da solidão, seja tocando um violão aqui, um cavaquinho acolá.

Acompanhada do grupo Semente, Teresa Cristina estreou em disco há 10 anos, com um trabalho inteiramente dedicado à obra do mestre: o duplo A música de Paulinho da Viola.

Ainda há muito por dizer e muito mais com o que ilustrar este post. Paulinho da Viola tem obra vasta e bem mais merecem as celebrações e homenagens por seus 70 anos. Uma frustração? Nunca ter sido gravado por Aracy de Almeida, “uma das maiores cantoras de samba” que o Brasil já (ou)viu. Uma historinha? Já cansada de ser sempre cobrada para cantar o repertório de Noel Rosa, sua maior intérprete um dia confessou estar cansada de “carregar o peso desse morto nas costas”, disse, referindo-se, “sei lá, não sei”, ao samba de Noel ou ao próprio compositor. Caetano Veloso compôs um samba novo, A voz do morto, em que homenageia Paulinho da Viola, “viva Paulinho da Viola”, vivíssimo, atuante e elegante aos 70.

Morre, aos 91 anos, Seu Teodoro, um dos mestres da cultura popular do DF

DO CORREIO BRAZILIENSE

Seu Teodoro Freire (foto), mestre da cultura popular e o principal idealizador do bumba meu boi no Distrito Federal, morreu na madrugada deste domingo (15) no Hospital Santa Helena, em Brasília/DF. Ele estava com 91 anos e sofria de enfisema pulmonar e há alguns dias resistia aos revezes das saúde debilitada. Ele conseguiu, ainda em vida, a honra e o merecido reconhecimento de receber das mãos do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do também então Ministro da Cultura Gilberto Gil, a Ordem do Mérito Cultural tornando-se uma grande referência de cultura popular na cidade e sendo reconhecido o trabalho dele como patrimônio imaterial do Distrito Federal.

O velório acontece hoje, a partir das 12h, no Centro de Tradições Populares, em Sobradinho, e está sendo organizado pela família, afirmou Guarapiranga Freire, um dos filhos do artista e que nos últimos anos tem assumido a responsabilidade em continuar com o trabalho cultural do bumba meu boi e do tambor de crioula de Seu Teodoro.

No último dia 10 foi aberto o período de festejos de São Sebastião, que iria até o próximo dia 20. “Com o falecimento de meu pai, teremos que cancelar toda nossa programação deste mês. Não há o menor clima de continuarmos com as festividades agora. Ficou um vazio muito grande”, explicou Guarapiranga Freire no site oficial de seu pai.

Seu Teodoro Freire – O maranhense Teodoro Feire, conhecido como Seu Teodoro, nasceu na pequena cidade de São Vicente Ferrer, localizada a 280 km de São Luís/MA, em 1920. Desde os oito anos era apaixonado pelo cultura popular e dedica-se à tradição de sua região: o bumba meu boi e outras paixões como o time de futebol Flamengo e sua escola de Samba, a Mangueira.

Seu Teodoro chegou à cidade em 1962, trabalhou na UnB e criou o Centro de Tradições Populares, em Sobradinho, onde seguiu mantendo viva a cultura do bumba meu boi na cidade.

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O blogue agradece a gentileza do link a @AgostinhoMPB e reproduz o  texto com pequeníssimas correções ao longo do mesmo, inclusive a localização de São Luís, dada como se no Mato Grosso do Sul no texto original.

Pétalas de rosas seculares marcam trilha da boa música

Show Rosa Secular II repete tributo a Noel apresentado ano passado mas vai além, homenageando nomes nacionais e locais

"Meus tempos de criança" abre tributo a Ataulfo prestado por Itamar Assumpção

“Eu daria tudo o que tivesse/ pra voltar aos tempos de criança/ eu não sei pra quê que a gente cresce”. Muito marmanjo por aí canta, com algum saudosismo, os versos de Ataulfo Alves. Outros, desejam ter nascido noutra época. Há ainda quem simplesmente admire “música de velho”, sendo, por vezes, alvo de chacota. Pouco importa, quase rima involuntária.

Foi João Gilberto quem apresentou a música de Assis Valente aos Novos Baianos

“Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor”. Assis Valente já havia subido quando os Novos Baianos de Morais, Galvão, Baby, Pepeu e Paulinho Boca de Cantor regravaram um de seus maiores clássicos, em Acabou Chorare (1972), eleito pela revista Rolling Stone como o maior álbum brasileiro do século 20. Não é pouco!

“Anunciaram e garantiram que o mundo ia se acabar”. Ou era a Guerra dos Mundos, cuja história foi recentemente recontada pelo professor Francisco Gonçalves e sua equipe de pesquisadores, que botou os pingos nos is deste importante capítulo da radiofonia maranhense, ou era a impressão do povo com um blockbuster hollywoodiano qualquer. Nem uma coisa, nem outra: era novamente Assis Valente, o mesmo compositor que “vestiu uma camisa listada e saiu por aí” ou, feminino antes de Chico Buarque, “meu moreno fez bobagem”.

Estreia de Cartola na Marcus Pereira tem time de primeira linha

“Esse trabalho fez a cabeça da minha geração e hoje sei que não fui só eu que passei meses tirando os acompanhamentos e tocando em casa junto com o disco”, afirmou, acerca da estreia de Cartola na Discos Marcus Pereira, o cavaquinhista e escritor Henrique Cazes, em Choro – Do quintal ao municipal, “obra de referência indispensável para estudiosos e amantes do choro e da música brasileira em geral”, como atestou o insuspeito antropólogo Hermano Vianna, no prefácio da citada obra.

“Chatice tudo isso para você, sou o primeiro a reconhecer, homem cheio de trabalhos e compromissos, em luta permanente contra o relógio para chegar onde deve pelo menos com atraso menor, mas no momento não me ocorre o nome de nenhuma outra pessoa a quem mandar isso que nem sei direito o que venha a ser”. O trecho parece ter sido escrito sobre estes nossos dias corridos, doidos e doídos. É do misto de autor, ator, escritor e compositor Mário Lago, em Manuscrito do heróico empregadinho de bordel (1979), num tempo em que o termo artista multimídia sequer havia sido inventado. Sim, é ele o compositor de Ai, que saudades da Amélia (com Ataulfo Alves), Aurora (com Roberto Roberti), Nada além (com Custódio Mesquita) e Fracasso, entre outros sucessos radiofônicos de outrora.

Nelson Cavaquinho, nascido em 1911, teve o registro alterado para ingressar nos quadros da polícia carioca: foi registrado como se nascido um ano antes. Membro da polícia montada, deixava o cavalo preso e ia beber nos botequins aos arredores do Morro de Mangueira. Um dia – ou, melhor dizendo, uma noite – o cavalo soltou-se, regressando ao quartel antes de seu “jóquei”. O autor de Juízo final (com Élcio Soares) foi dispensado. Sorte do samba nacional, da música brasileira, que quando pisa em Folhas secas (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito), quer que “tire o seu sorriso do caminho/ que eu quero passar com a minha dor”, esta e a morte presenças constantes em seu temário.

De Noel Rosa sobram histórias geniais, pitorescas e engraçadas, o que inclui a recente homenagem do compositor Edu Krieger, que em tempos de Amy Winehouse, Kurt Cobain, Janis Joplins, Jim Morrison e Jimi Hendrix, entre outros, decretou: “rock’n roll pra valer foi Noel Rosa, que partiu sem chegar aos vinte e sete”.

Assis Valente, Ataulfo Alves, Cartola, Mário Lago, Nelson Cavaquinho e Noel Rosa, os compositores-personagens acima, todos centenários, recebem homenagens de Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho em show que contará com as participações especiais de Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro.

A apresentação acontece dia 10 de dezembro (sábado), data em que se celebra o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos e que antecede o aniversário de nascimento de Noel Rosa, que ano passado recebeu homenagem do trio anfitrião mais Cesar Teixeira.

Saldanha, Ribeiro e Sobrinho, juntos, apresentaram-se em projeto no Sesc Pompeia, em São Paulo, em 2004. Antes, em São Luís, foram protagonistas do show Eu e meus companheiros, no Circo da Cidade e Bagdad Café. O trio de bambas e seus convidados serão acompanhados por um regional idem: Arlindo Carvalho (percussão), Domingos Santos (violão sete cordas), Fleming (bateria), João Neto (flauta), João Soeiro (violão), Juca do Cavaco, Osmar do Trombone e Vandico (percussão).

Além dos bambas supra, Rosa Secular II, reprise ampliada do tributo a Noel Rosa, prestado ano passado e repetido, a pedidos, no início deste, homenageará também maranhenses saudosos, eternos na memória de amigos e admiradores: Antonio Vieira, Cristóvão Alô Brasil, Dilu Mello, João Carlos Nazaré e Lopes Bogéa.

Rosa Secullar II acontece dia 10 (sábado), às 21h, no Bar Daquele Jeito (Vinhais). Os ingressos custam R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira).

Serviço

O quê: Show musical Rosa Secular II.
Quem: Chico Saldanha, Joãozinho Ribeiro e Josias Sobrinho. Participações especiais: Célia Maria, Lena Machado, Lenita Pinheiro e Léo Spirro.
Quando: dia 10 (sábado), às 21h.
Onde: Bar Daquele Jeito (Vinhais).
Quanto: R$ 20,00 (R$ 10,00 para estudantes com carteira).

[Release-colagem. Textos assim deverão aparecer com mais frequência por aqui. Em breve devo fechar o Ponte Aérea São Luís]