Blablablá

Uma vez, a gente bebendo lá em Imperatriz, o Cuenca me disse que eu era “a cara do Pratinha”. Já não sei: do encontro com o autor de O único final feliz para uma história de amor é um acidente pra cá, ganhei peso mais do que devia. Outro dia uma queridamiga, que não sabia do que já havia me dito o escritor, disse a mesma coisa. É, talvez eu pareça um pouco, não sei… ao menos o Antonio Prata é engraçado, coisa que eu tento ser sempre, mesmo quando a maré não tá pra peixe.

Abaixo o cronista entrevistado por Ronaldo Bressane, na estreia do Blablablá, mês passado: