Waly, Leminski e a poesia do futuro

(OU: ME SEGURA QUE EU VOU DAR UM TROÇO)

Eu já tinha me emocionado com este texto do Leão Serva na Ilustríssima.

Ainda bem que ambos (mais Ana Cristina César) tiveram volumes com toda sua poesia recém-lançados pela Companhia das Letras.

Nomes fundamentais. O futuro é aqui, agora, com eles.

Dizer o quê mais?

Obrigado, Fabiano Calixto!

(Mais de) 600 tons de poesia

“Eu sou uma pessoa má/ eu menti pra vocês”, parafraseio a adorada Karina Buhr.

Mas menti por uma boa causa: como poderia a Temporada Paulo Leminski ter acabado acá en el blogue? O poeta não é fruta de estação, é autor de música de título parecido, Mudança de estação, sucesso d’A Cor do Som, então tem que pintar por aqui o tempo todo, já que é uma das referências/inspirações deste modesto espaço.

Outro post dedicado a ele, pois. O mote: seu Toda poesia acaba de desbancar do primeiro lugar da lista de mais vendidos da rede da Livraria Cultura o best seller 50 tons de cinza.

Prolífico e popular, o curitibano foi fenômeno editorial na década de 1980, com o lançamento de Caprichos e relaxos (1983), pela Brasiliense, responsável por lançamentos de, entre outros, Ana Cristina César, Jack Kerouac e Yukio Mishima. Não por acaso Luiz Schwarcz, hoje proprietário e editor da Companhia das Letras que nos devolve a obra leminskiana era editor da Brasiliense, à época. Agora o autor volta a ocupar seu merecido lugar de destaque na cena literária, no mercado editorial, pelo que também merecem louvores os trabalhos de Sofia Mariutti e Alice Ruiz S.

Uma grande notícia, que sem dúvida merece comemoração.

Dum Paulo gênio a outro: Stocker homenageia Leminski