Obituário: Léo Capiba

Foto: Rivanio Almeida Santos
Foto: Rivanio Almeida Santos

Neste domingo de finados a música do Maranhão amanheceu mais triste: perdeu o sorriso largo e fácil de Léo Capiba, falecido na noite de sábado (1º.), vítima de ataque cardíaco.

Cearense do Crato, radicado em São Luís há quase 30 anos, Capiba tinha 67 anos e chegou a adiar, por problemas de saúde, o show Desde que o samba é samba, anunciado para 17 de outubro passado.

O Regional Tira-Teima, que deve lançar em breve o disco de estreia, registrou duas composições suas: Pra ser feliz, dedicada à esposa Sandra Tavora, com quem teve três filhos, e Zona do agrião, que usa metáforas futebolísticas para falar de amor.

No disco Memória – Música no Maranhão, lançado em 1997, sob direção musical e arranjos de João Pedro Borges, Léo Capiba cantou e tocou pandeiro em Não vá deixar o samba da vila, do compositor madredivino Henrique Martiniano Reis, o Sapo.

Confiram o depoimento que Léo Capiba deu à série Chorografia do Maranhão em abril passado.

CHOROGRAFIA DO MARANHÃO: LÉO CAPIBA

Cearense radicado no Maranhão desde 1987, o percussionista Léo Capiba é o 31º. entrevistado da série.

Foto: Rivanio Almeida Santos
Foto: Rivanio Almeida Santos

 

TEXTO: RICARTE ALMEIDA SANTOS E ZEMA RIBEIRO
FOTOS: RIVANIO ALMEIDA SANTOS

“Rapaz, eu já fiz isso tudo?”, perguntou-se admirado Léo Capiba quando os chororrepórteres lembravam-lhe alguns episódios de sua carreira. Dono do maior sorriso do choro do Maranhão, este cearense do Crato, que não se considera um chorão, está radicado no Maranhão desde 1987.

Leomar Lopes apresenta-se como “de uma família humilde” e tem “orgulho de dizer que sou cearense”. Filho de João Lopes Neto, violonista e compositor, e de Francisca Stela Lopes, está casado com Sandra Távora, com quem tem três filhos, há 27 anos.

Léo Capiba ganhou o apelido a partir de uma viagem de trabalho ao Recife; colegas de firma abreviaram o nome do rio que corta a capital pernambucana rebatizando o cratense nascido em 19 de janeiro de 1947.

Participou, como intérprete, do cd Memória – Música do Maranhão, produzido por João Pedro Borges [o Sinhô, violonista, Chorografia do Maranhão, O Imparcial, 14 de abril de 2013], foi percussionista do circuito musical alternativo Samba da Minha Terra, do compositor Joãozinho Ribeiro e já desfilou talento, elegância e sorriso por diversos palcos, acompanhando nomes nacionais e locais, entre os quais destaca-se o projeto Clube do Choro Recebe, no Bar e Restaurante Chico Canhoto.

Léo Capiba recebeu a chororreportagem na área de lazer do condomínio em que mora, nas imediações da avenida Mario Andreaza.

Foto: Rivanio Almeida Santos
Foto: Rivanio Almeida Santos

Além de músico, qual sua outra profissão? Eu já fiz de tudo. Já fui mecanógrafo, o cara que trabalha com contabilidade, com aquelas máquinas, trabalhava, hoje em dia é computador, naquela época, mecanografia era feita no dedo, quem era bom, tava bem; quem não era… E tinha que saber contabilidade também, por que se o contador falhasse era você quem consertava. Trabalhei com J. Macedo, lá em Fortaleza, trabalhei na Quimindústria, uma indústria de tintas, trabalhei com Paulo Teles, o maior produtor de cachaça do Ceará, dentro de Maranguape, que é a Ypióca. Eu trabalhava no escritório. Ele era aquele cara durão, da antiga, e eu consegui, com essa minha forma de ser, conquistar doutor Paulo, e ele me deu tudo o que eu precisava na minha vida, mesmo como funcionário dele, tudo o que eu precisei ele me deu. Hoje eu me dou ao luxo de ter trabalhado em colégios, no ensinamento público, com crianças, esportes, uma série de coisas que eu já fiz, mas a que eu mais me orgulho de tudo o que eu tenho feito, foi de ter ensinado as crianças a cantar e tocar.

Isso de ensinar crianças a tocar e cantar, em algum momento de sua vida, você viveu exclusivamente de música? A música te sustentou por um período? Ou sempre houve algo em paralelo? Não. Sempre houve alternativas. Aqui, quando eu cheguei, eu era um estranho. Mas tive a oportunidade de conhecer um Lula Bossa, no tempo do Trem das Onze, conhecer a família dele, e de alguma forma mostrar para ele que eu sabia fazer. Eu cheguei tocando pandeiro, tocando tamborim, cantando samba, de uma forma diferente. Aí é onde reside a coisa. Não é por que eu tocava pandeiro e cantava samba, que isso todo mundo faz. De uma forma diferenciada! O meu samba era aquele samba jogado a agradar ao público.

Agradar ao público, mas sem apelar para a baixaria. Não. E nunca visando ao cachê. Eu fazia samba por que eu gostava de fazer samba. Quando nós fomos para o hotel, para o Quatro Rodas, que eu trabalhava no Trem das Onze, eu fazia por que eu gostava. Eu gostava de ver os turistas chegarem e ficarem encantados com a gente fazendo samba.

Teu pai era violonista, compositor. Tua mãe tinha alguma vocação musical? Não. Pelo contrário, a bronca da mamãe era o samba do papai. Está vivo ainda hoje, inteirão, está vindo aí, em junho, passar uns 15, 20 dias.

Na tua infância tinha um universo musical? Ou era teu pai que fazia samba, mas fazia fora? Se ouvia música? Fora mamãe, papai tocava violão, Leonidas tocava bateria, eu tocava pandeiro e cantava, Leonir tocava as maraquinhas, e a família todinha não se perdeu um. Todo mundo tinha uma coisinha. Na minha família hoje, depois de tantos anos, eu tenho um filho, João Paulo, que toca bateria, eles têm um grupo de samba, o Sambarte.

Além de pandeirista e cantor, você se considera um ator, no sentido de incorporar um personagem – o malandro – na hora em que sobe ao palco? Muitas pessoas sempre confundiram isso, achavam que eu era malandro. Eu sempre fui um pai de família, trabalhador, amigo. Só gosto da malandragem no bom sentido, na hora de cantar samba. Mas não, isso faz parte. É necessário, na interpretação, gestos, olhares, sorrisos.

Todo bom cantor de samba é um bom ator? Não necessariamente. Ele pode ser um bom intérprete, fazer no sapatinho e não precisar falar nada. Não é todo mundo que faz isso.

Você tem um balanço que evoca o saudoso Roberto Silva. Roberto Silva, meu querido e falecido João Nogueira. Aquele cara, o que eu aprendi, com João Nogueira e Jorge Aragão. Eu tenho coisas escritas lá em casa por Jorge Aragão, que você diz: “cara, tu é amigo particular de Jorge Aragão?”. Amigo particular, não, mas ele me viu trabalhando e fez questão, eu tenho lá em casa anotadinho.

Com quantos anos você descobriu a vocação pelo pandeiro e com quantos anos você aprendeu a tocar esse instrumento? 13, 14, 15 anos. Por que papai era violonista, então nós éramos papai, eu, meu irmão e minha irmã, nós que fazíamos a coisa. Eu não vou dizer que tinha tantos anos, mas era por aí.

Quem te ensinou a tocar pandeiro? Ninguém. Papai só chegou pra mim e disse um, dois, três, quatro. E acabou!

Como é esse um, dois, três, quatro? Mostra aí pra gente! [Batuca no pandeiro, conferindo, aproveitando para posar para fotos] Com esses quatro movimentos, eu faço [acelera a batucada, mostrando possibilidades]. O resto é frescura! [risos].

O que trouxe você ao Maranhão? A vontade de manter um matrimônio que me desse paz, tranquilidade e eu sabia, tinha certeza que em Fortaleza eu não conseguiria, por que a vida lá era muito agitada. A boemia não permitiria.

Quem, dos pandeiristas brasileiros, você admira? Eu já tinha, naquela época, o grande pandeirista do Brasil era Jackson [do Pandeiro], mas ele fazia uma coisa diferenciada.

De onde vem o apelido Capiba? Eu passei um tempo trabalhando na construtora Caiçara, e eles me mandaram um tempo para Recife, e eles passaram um tempo Capiba, Capibaribe, por causa do Rio. E quando eu voltava, eles perguntavam “e aí, tomou muito banho lá?”, e eu respondia: “não, nojento, eu tinha mais o que fazer”. E eles só deram um cortezinho no nome do rio, Capibaribe e ficou Capiba.

Além de pandeirista e tamborinista, percussionista, você toca outro instrumento? Todo e qualquer instrumento de percussão. Do reco-reco até a bateria.

Além de tocar instrumentos de percussão e cantar, que outras habilidades você desenvolve na música? Eu componho. Eu tive a imensa graça de fazer, vamos fazer um cd, e eu comecei a escrever. Em casa, eu olhei pra dona Sandra, e por que não fazer um samba, uma música, uma letra, pra mulher da minha vida, mãe dos meus filhos.

Canta um trechinho desse samba bonito. Aí eu fiz Pra ser feliz, pra dona Sandra. [Cantarola:] “Pra ser feliz/ em toda sua plenitude/ todo homem é capaz de qualquer atitude/ para ter em seus braços a mulher que ele ama/ pra ser feliz/ é preciso plantar dentro do coração/ a semente do amor e também do perdão/ é preciso regar a paz e a união/ eu sou feliz/ pois um dia eu tive a imensa ventura/ de beijar tua boca com muita ternura/ e sentir que o amor também nasce de um olhar/ hoje eu sou feliz/ vi nascer deste amor três bonitas crianças/ e em mim renascer uma nova esperança/ de viver a teu lado pra sempre feliz/ pra ser feliz/ hoje eu sou feliz”. Por que eu disse isso nessa música? Por que eu vinha de outras relações, casamentos. Eu conheci dona Sandra, eu estava num palco em Fortaleza, ela entrou com tia Rita, eu olhei para ela, eu estava cantando. É por isso que eu digo “que o amor também nasce de um olhar”.

Valeu a pena apostar nesse amor? Valeu! Valeu por que eu não sei por que cargas d’água eu apostei muito alto na Sandra. Eu tive a honra de beijar a boca de dona Sandra, com 30 dias a gente estava casado e mais 30 a gente estava aqui. Preciso registrar muito que eu devo a Luiz Carlos de Alencar Pontes, meu amigo, que me deu todo apoio. Você já pensou, descer na rodoviária, você, sua esposa, a bagagem, e não ter para onde ir? Só o endereço de teu amigo de infância? E eu fui bater lá na loja e com 40, 50 minutos eu estava morando numa casa alugada, empregado. Nunca misturei o fato de ser amigo com o fato de ele ser meu patrão.

Você falou há pouco que compõe. Qual o tamanho da tua obra? Quantas músicas compostas? Nesse meu projeto da gravação do cd, normalmente são 12, 13, 14 músicas que você faz. Por incrível que pareça, duas tomaram conta da cidade. Uma Diogo Nogueira quis gravar, mas eu preferi gravar antes, está sendo feita agora com Gordo Elinaldo [multi-instrumentista, Chorografia do Maranhão, O Imparcial, 27 de outubro de 2013] e o Tira-Teima, a Zona do Agrião. Eu misturei um caso de amor com futebol, com o linguajar do futebol.

Ele queria gravar e você não deixou? Não, não é que eu não deixei. Ele achou interessante a letra. [Cantarola:] “Pisou na bola bem na zona do agrião/ cometeu falta e machucou minha emoção/ sem vacilar fiz a substituição/ foi pra reserva no meu coração/ no jogo do amor, você vacilou/ e o meio campo da vida você embolou/ e aquele teu drible manjado não me derrubou/ perdeu o lance e se desclassificou/ e agora eu resolvi, não tem mais chance/ nada será como antes/ não te dou revanche/ não ouviste o grito aflito da galera gritando manera/ e agora, ex-amor, já era” [gargalhadas].

No canto tem alguma referência, alguém em quem você se espelha? Tem. Meu pai. Ele era chamado de João Imaginário.

Por quê? Ele simplesmente fazia aquelas imagens do cemitério. Tudo. Imagens no gesso. O papai ainda hoje é de uma sensibilidade, ele faz coisas que, com 80 e cacetada que ele já está, ele faz coisas que você não acredita.

Ele continua cantando? Cantando, tocando violão. Eu falei para minha irmã que eu quero proporcionar ao papai momentos que eu devo a ele.

O choro começou quando na tua vida? Em Fortaleza ou no Maranhão? A tua vivência. É complicado. Não assim tão coração como é aqui, com Paulo [Trabulsi, cavaquinhista, Chorografia do Maranhão, O Imparcial, 22 de dezembro de 2013], com Solano [Francisco Solano, violonista sete cordas, Chorografia do Maranhão, O Imparcial, 26 de maio de 2013], com Zeca [do Cavaco, Chorografia do Maranhão, O Imparcial, 21 de julho de 2013]. Eu fazia chorinho em Fortaleza, eu acompanhava, mas não era essa história.

Você falou no Trem das Onze, mas de que outros grupos musicais você participou? De Ivanildo, o Sax de Ouro. Aqui só o Trem das Onze e o Tira-Teima, foram os que me projetaram mais. Eu não sei por que cargas d’água eles aprenderam a me respeitar, a me amar. Ivanildo não era bem um chorão, era um saxofonista que fazia de A a Z. Ele me deu a oportunidade de conhecer o Brasil de cabo a rabo.

Você participou de um capítulo importante da música do Maranhão, o disco Memória. O que significou aquilo para você? No caso da minha participação no disco Memória eu só tenho a agradecer o carinho com que o músico maranhense me recebeu. Naquela época eu era um ilustre desconhecido, e tive a oportunidade de participar daquele projeto. Foi muito bom.

Você credita isso a João Pedro Borges em particular? A João. João Pedro foi muito, muito importante na minha participação naquele trabalho. Ele chegou para mim e falou, “Léo, eu nunca vi uma pessoa fazer o que você faz com tanta simplicidade”. Eu fiz o que era pra fazer com simplicidade. Ainda hoje é um grande amigo meu. Eu tou meio afastado, não sei por que, a gente vai envelhecendo e vai achando que passou. A gente vai sentindo tanto psicologicamente quanto fisicamente, o que eu tinha que fazer aqui eu já fiz, agora vou só cultuar meus amigos, admirar, bater palmas.

Mas você não acha que ainda há muitas palmas para serem batidas para você? Não.

Qual é a música que você mais gosta de cantar? Notícia [de Nelson Cavaquinho; cantarola:] “já sei a notícia que vens me trazer/ os teus olhos só faltam dizer/ o melhor é eu me convencer/ guardei, até onde eu pude guardar/ o cigarro deixado em meu quarto/ é a marca que fumas, confessa a verdade/ não deves negar/ amigo como eu jamais encontrarás/ só desejo que vivas em paz/ com aquela que manchou meu nome/ vingança, meu amigo eu não quero vingança”. Meu amigo, isso é uma filosofia! Tem uma coisa, é um caso de troca, talvez de traição, mas a melodia e a letra. Notícia me diz uma coisa, eu não sei se, talvez tenha a influência de eu ter escutado tantas vezes meu pai cantando naquele violão seis cordas dele.

Fora os grupos de que você já participou, que artistas da música você acompanhou, na condição de pandeirista ou dividiu o microfone? Diogo Nogueira, Bezerra da Silva, Paulinho da Viola, o grupo Trem das Onze.

Você é um músico que desenvolve um trabalho dentro de uma linha samba-chorística. Qual a importância do choro para a música brasileira? O que é essa música para você? Agora você me fez uma pergunta muito difícil de responder. Eu posso estar sendo muito duro e as pessoas que vão ler essa minha resposta podem chegar e dizer: “Léo, o chorinho atualmente, com a música que nós estamos vivendo, é simplesmente um sobrevivente”. Está sobrevivendo com as pessoas que gostam, que são chorões. Posso até citar nomes.

Fique à vontade, mas a gente fala não apenas na música de hoje, mas no papel que desempenhou na formação dos grandes músicos brasileiros, da linguagem musical brasileira. O chorinho é aquela história do casal branco, que de repente aparece o filho negro. Enquanto você não provar por a mais b que foi a natureza que botou aquela criança [risos]. É assim que eu vejo. Em todo lugar, por exemplo, samba, chega um bocado de, me perdoe a expressão, de bunda moles; o chorinho é cheio de restrições, o local, quem vai te ouvir, uma série de coisinhas, foi isso que eu falei.

Por que essa música é tão sem espaço e não morre? Por que ela consegue sobreviver diante dessa adversidade, da mídia, de tudo? Na minha humilde opinião o brasileiro já nasceu músico. O brasileiro já nasceu músico! Então ele tem uma sensibilidade. Rapaz, você ouvir um cavaquinho, um bandolim, fazer uma entrada. Meu amigo, e não é necessariamente você ser um músico, não: só precisa estar sentado ali. Aí tua audição, “porra, o que esse cara está fazendo? Que coisa bonita!”.

O movimento choro no Maranhão vive de altos e baixos. O que significou o projeto Clube do Choro Recebe, no Chico Canhoto, para você? Para mim, pessoalmente, pelo que Chico Canhoto abriu as portas para mim, e disse “nego, faça o que você quiser”. Foi ali, quer queira quer não, que o Maranhão começou a tomar conhecimento da minha existência.

Mas você já tinha um nome antes dali. Já, fazia umas coisinhas. Mas no Chico Canhoto a presença de gente, admiradores da boa música, e de pessoas importantíssimas na música. Quer queira quer não, eu tenho que baixar minha cabeça para dizer que o Chico Canhoto, o Clube do Choro Recebe, foi minha maior vitrine musical. Acho que deveria voltar. Você não imagina a falta que aquela coisa que nós fazíamos no Chico Canhoto faz falta à cidade.

Uma personalidade importante de nossa música que sabemos que você acompanhou foi seu [o compositor Antonio] Vieira. Aquele só fizeram ele. Antonio Vieira só fizeram ele e quando ele se foi, acabou. Acabou a forma. Não tem, é único. Como ser humano, como músico, inigualável, grande compositor, de uma sensibilidade tal que te contagiava só em tu estares ao lado dele. Só você estar ao lado de Vieira você já se sentia, sei lá, privilegiado de estar ao lado daquele rapaz. Aprendi muito com ele, devo muito, principalmente uma coisa que eu já trazia comigo, mas ele me deu humildade.

Você se considera um chorão? Não. Eu sou sambista. Eu toco choro. Tenho a facilidade de meu instrumento ser um instrumento diretamente ligado ao chorinho. Mas eu não sou chorão. É para tocar o chorinho, eu toco!

[O Imparcial, 4 de maio de 2014]

Autor: zema ribeiro

homem de vícios antigos, ainda compra livros, discos e jornais

9 comentários em “Obituário: Léo Capiba”

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