Amor e dor é rima óbvia. Essa festa, não

Os cotovelos gastos no balcão do bar, o ombro do garçom amigo encharcado do nosso pranto. A agulha risca o vinil como a navalha, afastai as navalhas!, quer riscar os próprios pulsos. A carta de amor só vale se escrita com sangue. E o amor, você sabe o que é ter um amor, meu senhor? E viva Lupicínio Rodrigues, que ano que vem completaria 100 anos, mestre maior na arte de musicar a dor de cotovelo.

Autor: zema ribeiro

homem de vícios antigos, ainda compra livros, discos e jornais

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