Um passeio historiográfico por São Luís do Maranhão

Maria de Lourdes Lauande Lacroix lança amanhã (30) São Luís do Maranhão: Corpo e Alma

De tão importante, a obra – em especial A fundação francesa de São Luís e seus mitos (2001) – de Maria de Lourdes Lauande Lacroix , professora aposentada dos Departamentos de História das Universidades Federal (UFMA) e Estadual do Maranhão (UEMA), mereceu destaque em Guerrilhas, festejado terceiro livro que Flávio Reis lançou este ano (tendo disponibilizado-o para download desde o final de 2011).

Aquele título dela (e suas reedições) merece(m) nada menos que cinco dos 20 artigos da coletânea dele, que já a havia reverenciado como uma “marca de formação”, ao dedicar a ela, a Luciano Martins e ao saudoso José de Ribamar Chaves Caldeira seu Grupos políticos e estrutura oligárquica no Maranhão (2007).

A dedicação de Flávio Reis – que foi seu aluno e assina as orelhas daquela obra da ludovicense Lourdinha, como a tratam os íntimos – é justa e merecida. A fundação francesa de São Luís e seus mitos problematiza o que parecemos ter de mais caro, o epíteto de “única capital brasileira fundada pelos franceses”, como apregoava um apresentador de tevê local.

Às vésperas das festividades – quiçá justaposição de “festival de vaidades” – oficiais, Maria de Lourdes Lauande Lacroix presenteia-nos, a nós ludovicenses e/ou seus habitantes e a esta capital, com um mergulho em São Luís do Maranhão: Corpo e Alma, passeio, como entrega o título, na cidade em que ninguém nasce e vive impunemente, como cravou certeiro o publicitário Marcus Pereira, na contracapa de um antológico disco de Chico Maranhão.

A nova obra da professora, realizada com patrocínio da Alumar, contou com projeto gráfico de Flávio Reis (que também assina a coordenação editorial) e Nazareno Almeida (que também assina a diagramação e o tratamento de imagens), além de fotografias de Edgar Rocha, de arquivo, reproduções de obras de acervos particulares, além de atuais, feitas especialmente para o livro. São 578 páginas, 170 ilustradas.

Mais não posso dizer, pois o belo volume chegou-me às mãos apenas ontem, com uma emocionante e inusitada dedicatória. O blogue voltará ao assunto em breve, mas não podia se furtar de convidar seus poucos mas fieis leitores para o lançamento: amanhã (30), às 19h30min, no Quality Grand São Luís Hotel (Praça Pedro II, ao lado da Igreja da Sé).

Autor: zema ribeiro

homem de vícios antigos, ainda compra livros, discos e jornais

5 comentários em “Um passeio historiográfico por São Luís do Maranhão”

  1. FAVOR ZEMA, POSTAR ESSA RETALIAÇÃO CONTRA MARLON BOTÃO NA TV. OBRIGADO

    quinta-feira, 30 de agosto de 2012

    http://blogdoedwilson.blogspot.com.br/
    DEPUTADO BIRA DENUNCIA RETALIAÇÃO AO CANDIDATO A VEREADOR MARLON BOTÃO
    Campanha de Marlon Botão segue firme, apesar das retaliações do PT sarneísta

    O deputado Bira do Pindaré (PT) fez um discurso incisivo, no que tange a retaliação sofrida pelo candidato a vereador de São Luís pelo PT, Marlon Botão.

    De acordo com o parlamentar, Marlon está sendo vítima de uma discriminação política, porque o partido não veiculou a sua mensagem no horário eleitoral gratuito, conforme determina a legislação eleitoral.

    O Partido dos Trabalhadores, aqui em São Luís, deliberou que todos os candidatos a vereador iriam aparecer com igual tempo, contudo o presidente do partido, Fernando Silva, quando procurado pelo candidato Marlon, disse seu programa não seria veiculado, porque ele decidiu gravar uma externa.

    “O que não tem sentido, porque vários candidatos gravam externas e estão sendo veiculados, vários candidatos que não apóiam o mesmo candidato a prefeito e o Marlon Botão fez a mesma coisa”, protestou Bira.

    Por conta disso, Marlon ingressou com uma notificação judicial, procedimento também adotado pelo candidato Nelsinho e ambos tiveram respostas imediatas da Justiça. No entanto, o material foi entregue no formato técnico de acordo com as exigências legais, mas não foi ao ar.

    Bira lembrou que nenhum candidato a vereador é obrigado a fazer campanha para o majoritário. Os candidatos são obrigados, por lei, a divulgar o partido e a coligação, mas não são obrigados a fazer campanha para o majoritário.

    “Por essa razão, trago aqui a minha defesa veemente em favor desse companheiro, para que a justiça seja feita e ele tenha o direito de divulgar as suas ideias no horário eleitoral gratuito, como qualquer outro candidato, como todos os candidatos do partido estão fazendo”, concluiu.

    http://biradopindare.blogspot.com.br/

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