CRIOLINA: É HOJE!

Vocês não estão pensando em perder essa sessão de Cine Tropical, estão?

Nem foi a habitual preguiça (de transcrever entrevista) que lhes confessei quando da entrevista. Mas a minha ideia de escrever sobre o show do Criolina e ajudar na divulgação acabou não rolando, semana corrida…

Os poucos mas fieis leitores deste blogue, no entanto, podem aguardar meus comentários sobre o show, mesclados ao papo que este blogueiro bateu com o duo segunda-feira passada.

Colo abaixo o release da Pegada. Para maiores informações, cliquem na figura.

SHOW DO CRIOLINA LANÇA PROJETO PALCO CULTURA INGLESA NO TEATRO ARTHUR AZEVEDO

Alê Muniz e Luciana Simões, do Criolina, lançam seu novo álbum, Cine Tropical, dia 14 de maio, às 21h, no Teatro Arthur Azevedo. O show marca o lançamento do Projeto Palco Cultura Inglesa em São Luís, uma iniciativa da escola de idiomas Cultura Inglesa, com o objetivo de apoiar a cultura e os artistas locais. Além da produção de shows e peças teatrais, o projeto promove o intercâmbio de artistas do cenário nacional e regional nas cidades em que atua.

Cine Tropical é o segundo álbum da dupla que estreou com Criolina, considerado pelo jornal O Estado de S. Paulo um dos vinte melhores discos produzidos em 2008. No repertório do show, algumas canções do primeiro CD como Quebra Pote e Veneno, e faixas do Cine Tropical que têm uma pegada forte como Eu vi maré encher e O santo, além de algumas versões como Divino Maravilhoso (Caetano e Gil) e Você não serve pra mim (Roberto e Erasmo).

O show conta com músicos que acompanham a dupla desde a concepção do disco, ajudando a criar a sonoridade de Cine Tropical. João Paulo (baixo), George Gomes e Luiz Cláudio (bateria), Edinho Bastos (guitarra), Marcos Cliff (teclado e samplers) e Fortes (trumpete). E para completar o clima de cinema será exibido um vídeo no telão do TAA, montado pelo cineasta Beto Matuck e o músico André Lucap.

O álbumCine Tropical tem 14 faixas baseadas em fatos reais. “Qualquer semelhança não é mera coincidência”, afirma Alê Muniz. Romance, aventura, bang bang, ficção científica e até chanchada compõem as trilhas que conduzem a diversos cenários e paisagens musicais do cinema mundial.

As músicas foram criadas com base em imagens que marcaram a história de Alê Muniz e Luciana Simões. São referências visuais e sonoras do cinema antigo, como Barbarella, John Wayne, Mazzaropi, Brigitte Bardot, Glauber Rocha, Bye Bye Brasil, as trilhas de faroeste de Ennio Morricone, Serge Gainsbourg, surf music e Jovem Guarda.

“Misturamos tudo isso à cultura maranhense, às nossas imagens cotidianas e aos nossos ícones ultra tropicais: os mestres da cultura popular do Maranhão, os pregoeiros, a nossa linguagem”, afirma Luciana Simões.

O encarte do CD traz a sinopse de cada uma das faixas, transportando os ouvintes para a cena da música apresentada. Cine Tropical, por exemplo, conta a história de “um casal e uma fantasia de viver o romance eterno dos filmes, sem a rotina de compromissos, sem a tensão das expectativas. Tudo se passa numa praia a 2 graus da Linha do Equador à luz dourada do fim de tarde”.

O trabalho conta com participação especial do poeta Celso Borges, que compôs com Alê e Luciana a faixa caribenha São Luis-Havana, e do saxofonista Célio Muniz, pai de Alê, ex-integrante da saudosa Orquestra do Silvio Mazuca. O instrumentista toca na faixa Cine Tropical, dando uma textura antiga à música título do disco.

O novo trabalho segue a trilha inaugurada no CD de estreia (Criolina, 2008), usando samplers e programações eletrônicas misturados com rock, funk, ska e levadas regionais como tambor de crioula, toadas de bumba-meu-boi, coco, carimbó, merengue e bolero.

Ponte São Luís-São Paulo – As gravações de Cine Tropical começaram em São Luís, onde foram escolhidos os timbres e os instrumentos. Produzido em parceria com o engenheiro de som Evaldo Luna, que trabalha com o maranhense Zeca Baleiro, o CD foi finalizado em São Paulo, no estúdio Saravá, de Zeca, com participação especial de músicos da banda do compositor maranhense em algumas faixas.

O guitarrista Tuco Marcondes imprimiu romance a Cine Tropical e ação a Barbarella; o baixista Fernando Nunes dirigiu e produziu Namoradinho Refém e Vacinado; o trompetista João Lenhare (banda de Roberto Carlos) “derramou sangue” em Revanche e “surfou” em Meu Louquinho; o trompetista Hombre representou la Revolucion em São Luis-Havana e drama em Eu vi Maré Encher e René Parise em Meu Louquinho acendeu uma brasa, mora?

PROJETO PALCO CULTURA INGLESA – SERVIÇO

Show Cine Tropical, Criolina (Alê Muniz e Luciana Simões)
Dia 14 de maio (hoje), 21h
Teatro Arthur Azevedo
Preço do ingresso: de R$ 20,00 a R$ 30,00
Ingressos antecipados: Cultura Inglesa (Rua das Limeiras, 7, Renascença)
Mais informações: Cultura Inglesa – fone: 3235-9519, Pegada Produções – 3227-0079 e 8179-1113

Autor: Zema Ribeiro

Homem de vícios antigos, ainda compra livros, discos e jornais. Pai do José Antonio. Apresenta o Balaio Cultural (sábados, das 13h às 15h, na Rádio Timbira AM) e o Radioletra (sábados, às 20h45, na Rádio Universidade FM). Coautor de "Chorografia do Maranhão (Pitomba!, 2018). Antifascista.

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