SUMIÇO

Peço aos poucos-mas-fiéis leitores: não se sintam abandonados. Viagem a trabalho explica o sumiço.

Saí normalmente na Tribuna, domingo, alguém leu? Também no Pequeno, sobre a Conferência de Comunicação. Ou mais precisamente, sobre seus problemas no Maranhão. Aliás, para ser mais exato: sobre a falta de vontade (de verbas, segundo o próprio) do (des)governo em convocá-la.

Depois, conto mais e posto aqui, para quem não leu nos jornais.

Por enquanto, fica a dica do show de CB (talvez eu consiga chegar a tempo). Até!

I MOSTRA ABD-MA DE CINEMA E VÍDEO

Com entrada franca e sorteio de brindes, mostra de cinema e vídeo trará exibições e debate.

O Cine Praia Grande (Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Praia Grande) sediará, hoje (25) e amanhã (26), sempre às 19h, a I Mostra ABD-MA de Cinema e Vídeo, organizada, como o título já entrega, pela Associação Brasileira de Documentaristas – Seccional Maranhão.

A ideia é divulgar e homenagear o cinema maranhense através de suas realizações mais significativas, que contribuíram para dar visibilidade e respeito ao audiovisual maranhense dentro e fora do estado. O critério de seleção foi baseado na representatividade histórica dos trabalhos e em suas respectivas participações e premiações em diversos festivais regionais, nacionais e internacionais, de cinema e vídeo.

Além da exibição dos filmes e vídeos, acontecerão sorteios de dois livros e de um filme, cedidos pela Livraria Belas Artes e Lume Filmes, respectivamente, que apoiam a iniciativa.

Sábado, após a segunda sessão de exibição dos títulos (veja lista a seguir), haverá debate com os jornalistas Celso Borges, Eduardo Júlio e Zema Ribeiro.

Mostra – Foram selecionados para a mostra os vídeos No Fiel da Balança (Vídeo/DOC), O Ganhador (Vídeo/Ficção) e I Want You (Vídeo/Videoarte-Experimental) e os filmes Litania da Velha (35 mm/Ficção), Rosas (35 mm/Ficção), Quem Matou Elias Zí? (16 mm/DOC), Bom Te Ver (35 mm/DOC), Tambor de Crioula (16 mm/DOC), Borralho (16 mm/Ficção), Infernos (35 mm/DOC), Ódio (35 mm/Ficção), O Incompreendido (35 mm/Ficção), Reverso (35 mm/Ficção), Pelo Ouvido (35 mm/Ficção) e Jardins Supensos (35 mm/Ficção).

A I Mostra ABD-MA de cinema e vídeo homenageará ainda Leonildo Peixoto Martins, proprietário do Bar do Léo, verdadeiro museu vivo da cultura maranhense; Rodiney da Silva, o DJ Rony, de 19 anos, diretor do filme O cabeça de cuia e do inconcluso Ouija, do município de Trizidela do Vale, que realizou um documentário sobre a enchente em sua cidade e passou a distribuir seu trabalho no comércio informal para tirar sustento; Joaquim Haickel, autor do prêmio da Assembléia Legislativa para o cinema maranhense; e Euclides Moreira, por sua dedicação ao audiovisual maranhense, seja como realizador, seja à frente do Departamento de Assuntos Culturais da UFMA e, agora, à frente da Fundação Municipal de Cultura (FUNC).

[Eu de novo, acá, compartilhando agenda. Quem puder ir…]

INDÚSTRIA DE TALENTOS EM FESTIVAL DE MÚSICA

[O Estado do Maranhão, Caderno Alternativo, 23 de setembro de 2009, quarta-feira]

O Sesi Clube do Araçagi será sexta-feira palco para o 1º Festival Sesi de Música no Maranhão, que terá início às 17h. O evento revelará o talento dos trabalhadores da indústria que compõem ou interpretam diferentes os gêneros e estilos da música brasileira.

Os participantes concorrerão nas categorias “música inédita” e “interpretação”. O prêmio é de R$ 2 mil para o primeiro colocado e R$ 1.500,00 para o segundo. Na categoria “composição inédita”, estão inscritos seis concorrentes de São Luís, Caxias e Bacabal. São eles: Marcos Diniz da Silva, da empresa Lençóis Maranhenses e Marcelus Jean Chagas Monteiro, da Engec (Engenharia e Construções), ambas localizadas em São Luís. De Caxias, da Itajubara S/A Açúcar e Alccol, concorre Adelino Carvalho dos Santos e do município de Bacabal, José Ribamar Gonçalves e Silas Castro Batista, da Bertin S/A ,e Marcos de Souza, da Panificadora Aparecida J. T. de Medeiros.

Na categoria interpretação, cinco candidatos disputarão o primeiro lugar: Janaina Carvalho de Souza, da Indústria de Velas São Francisco (Caxias), Juliana Edna Xavier de Araújo, da Status Malharia (Bacabal), Carlos César da Silva Maciel, da Icopal ( Indústria e Comércio de Plásticos), Marcelo de Oliveira Bittencourt, da W.O Engenharia Ltda, e Paulo Victor Amorim Silva, da Akap Indústria e Comércio de Confecção Ltda. Os três últimos são de Imperatriz.

*

Reproduzo o texto para avisar-lhes que integrarei o corpo de jurados do festival acima. O júri será presidido por Celso Borges.

BRINCOS PARA PENDURAR NOS OUVIDOS

[Hoje no Jornal Pequeno]

Novo disco de Rosa Reis revisa música produzida no Maranhão nas últimas cinco décadas.

POR ZEMA RIBEIRO*
ESPECIAL PARA O JP TURISMO


[Foto: Márcio Vasconcelos]

O novo belo disco de Rosa Reis já nasce clássico. Brincos [2009] repagina parcela importante da musica popular produzida por maranhenses desde a década de 1960, embora não se pretenda antologia de nada.

No projeto selecionado via edital público pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), dentro do Projeto Pixinguinha – o que fez a cantora retirá-lo da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (Secma), onde o trabalho também havia sido aprovado, em edital do plano fonográfico, ano passado –, Rosa Reis revisita diversos clássicos da música maranhense.

Cesar Teixeira, Chico Maranhão, Chico Saldanha, Erivaldo Gomes, João do Vale, Josias Sobrinho, Mestre Leonardo, Sérgio Habibe, Ubiratan Souza, Zé Pereira Godão e Zeca Baleiro, além da própria Rosa Reis, de temas recolhidos nas festas do Divino Espírito Santo maranhenses e doutrinas do Baião de Princesas compõem o finíssimo repertório, por que a cantora desfila – o projeto gráfico dos irmãos Vasconcelos, Cláudio, Márcio e Maurício, com fotos do do meio, também merece aplausos – com elegância e o acompanhamento magistral de Jayr Torres (há muito seu diretor musical, violão e guitarra), Jonas Torres (baixo), Carlos Pial (percussão), George Gomes (bateria), João Neto (flauta) e Rui Mário (sanfona), entre outros.


[Brincos. Capa. Reprodução]

Músicas conhecidas têm mais chance de virar hit. Mas essa também não parece ser a única preocupação de Rosa Reis, que vai além: no medley de Boi de haxixe (Zeca Baleiro) com Esqueça (Oberdan Oliveira/ José Raimundo Gonçalves), ela dá a versão definitiva à toada de acento “brega”, de versos tão bonitos quanto doídos como “esqueça que você me amou/ esqueça esse amor que foi seu/ esqueça que já me beijou/ esqueça que já me esqueceu”, sempre tão maltratada em gravações anteriores. A tuba de George do Trompete em Gabriela (Chico Maranhão), dá à música um tom interiorano, de banda tocando em coreto, um clima saudosista.

Dedicado a Nelson Brito, companheiro falecido em janeiro passado (que ainda chegou a colaborar no projeto), Brincos é um disco alegre – quiçá uma forma de a cantora (tentar) superar a grande dor da perda. A propósito, o que parece mesmo anunciar-lhe é uma faixa de sua segunda metade: Alvorada, um dos temas de domínio público recolhidos nas festas do Divino Espírito Santo do Maranhão. A letra diz: “o cantar das alvoradas/ é um cantar excelente/ acordai quem está dormindo/ alegrai quem está doente”. Como o próprio novo belo disco de Rosa Reis. Brincos para pendurar nos ouvidos e acionar o modo repeat.

*ZEMA RIBEIRO escreve no blogue http://www.zemaribeiro.blogspot.com

*

SERVIÇO

Brincos, de Rosa Reis, o show

A cantora Rosa Reis lança o disco Brincos em três shows, patrocinados pela Fundação Nacional das Artes (Funarte):

Dia 25 (sexta-feira): Praça Nauro Machado, Praia Grande
Dia 26 (sábado): Concha Acústica de São José de Ribamar
Dia 2 de outubro (sexta-feira): Praça da Matriz, em Alcântara

(BOM) HUMOR NAS NEGRAS

Mas te incomoda o nível geral do humor na TV brasileira?

Algumas coisas. tipo imitar um veado, sabe? Como se isso fosse engraçado por si só. Ou um cara assoviando para uma mulher gostosa. Isso é piada. O Pânico, o programa do Supla têm mulheres gostosas dançando e eu acho isso ruim. Acho machista pra caralho, errado, retrógrado. Desvaloriza a mulher. É uma sacanagem o que a mulher tem que fazer pra ter sucesso.

(…)

No duro? Você quer se candidatar?

Quero muito. E qual a minha intenção com a política? Não é ganhar dinheiro, é usar minha energia e minhas convicções e me servir de alguma popularidade pra construir alguma coisa de útil. Porque é um lance que você precisa ter bom senso e caráter. Porque é foda ver o Sarney, sabe? Roubando, sendo desonesto, e eu pensando naquele imposto de renda que eu fiz e fiquei puto de pagar. Por que eu não tô no lugar dele? Infelizmente o pobre no Brasil tá tão alienado que não sabe nem que o cara não representa ele. O país inteiro se matando de trabalhar, pagando imposto pra meia dúzia ter casa de praia com piscina, comer puta, comprar um jatinho e dar umas festinhas. A gente trabalha pra isso!

(…)


[Fúria botafoguense durante o “15 minutos”, seu show diário na MTV. Foto e legenda retiradas da matéria no site da revista]

Ele, Marcelo Adnet, em entrevista a Bruno Torturra Nogueira e Lino Bocchini (fotos de Jorge Bispo), nas Negras da Trip # 181.

Via Bressane.

PUTA QUE PARIU!

Eis algo que eu adoraria ver: Ocupação Paulo Leminski: Vinte Anos em Outras Esferas, exposição sobre a obra do poeta samurai com curadoria de Ademir Assunção.

Pra quem tá em Sampa, é simplesmente imperdível. Sem exagero!

Como não vou, fica a dica. Abaixo, e-mail que recebi do Itaú Cultural, divulgando:


[Foto: Macaxeira/divulgação]

Quinta, 1º de outubro, o Itaú Cultural apresenta a terceira edição do projeto Ocupação, desta vez dedicada ao poeta, romancista, compositor e tradutor Paulo Leminski. A exposição, com curadoria de Ademir Assunção, revê o legado do escritor 20 anos após sua morte.

Poeta reconhecido e respeitado, Leminski, entretanto, é um daqueles autores pouco visitados de verdade. Ocupação Paulo Leminski: Vinte Anos em Outras Esferas é uma oportunidade de tomar contato com sua obra por meio de seus poemas, suas composições, seus manuscritos e textos inéditos, além de depoimentos em vídeo de muitos parceiros.

Programação completa aqui. Abaixo, texto do curador da mostra sobre.

Paulo Leminski: 20 Anos em Outras Esferas

Com quantos Paulos se faz um Paulo Leminski? O poeta curitibano sempre foi um e sempre foi mil: estudioso de línguas (inglês, francês, latim, grego, japonês, espanhol), compositor popular, judoca zen-budista, erudito familiarizado com a poesia clássica ocidental e com as rupturas das linguagens mais radicais, moleque culto tomado pelo espírito rebelde do verdadeiro rock’-n’-roll, livre-pensador cosmopolita que se intitulava “A Besta dos Pinheirais”. Todos convergindo para um único centro: o de poeta em tempo integral. Intenso, como um vendaval. Sutil, como um beija-flor.

O múltiplo poder transformador da arte de Paulo Leminski quiçá esteja espalhado em cada canto dessa exposição. Seja nos poemas impressos em seus livros, seja nas composições individuais ou em parcerias gravadas por dezenas de intérpretes, nos depoimentos registrados em vídeo, nos manuscritos em papel de carta, guardanapo ou cadernos (como o “laboratório” do livro Catatau) ou nos textos inéditos ainda encerrados em 18 caixas plásticas azuis. Alguns deles, trazidos pela primeira vez a público, aguardam zeloso estudo para futuras publicações.

Aliás, fuçar esses arquivos que reclamam um urgente memorial à altura da obra leminskiana foi a parte mais emocionante de todo o trabalho. Mais que isso: um privilégio. Meu mais profundo agradecimento a Alice Ruiz e às filhas Áurea e Estrela Ruiz Leminski pela confiança depositada.

A impressionante vitalidade e a desmedida paixão pela vida nos deixam a nítida sensação de que 20 anos após sua passagem “para o sonho de outras esferas” Paulo Leminski continua mais vivo do que muitos vivos. A impressão é que a qualquer momento ele pode entrar pela porta bradando seus versos incendiários e nos convidar para uma nova rebelião contra a assustadora mercantilização da arte e da vida. Você toparia?

Ademir Assunção
curador

LOGO MAIS, POR UMA BOA CAUSA

21 de setembro: dia mundial da doença de alzheimer.

Show beneficente com os artistas Alberto Trabulsi, Carlinhos Veloz, Célia Maria, César Roberto, Cláudio Pinheiro, Fernando de Carvalho, Gabriel Melônio, Guilherme Filho, Grupo Carona de Dança de Mano Braga, Lena Machado, Milla Camões, Ricardo Azoubel e Roberto Brandão, acompanhados do grupo Choro Pungado.

Às 19h, no Teatro Arthur Azevedo. Ingressos: R$ 10 (preço único). A renda será revertida ao processo de criação de um Centro de Referência ao Atendimento da Pessoa Portadora da Doença de Alzheimer.

Maiores informações: (98) 8179-5064.

DISCOTECA BÁSICA

Tribuna Cultural de hoje (Tribuna do Nordeste). Antes, uns extras não enviados ao jornal, exclusivos cá no blogue:

1) daqui pro fim do ano rola um show em tributo a este importante disco: anuncio o milagre, mas por enquanto não darei os nomes dos santos. Adiantemos apenas que um dos grupos de choro ilhéus acompanhará uma dupla formada por um grande cantor e uma grande cantora. Em breve vocês saberão quando, onde, quem etc. É só para deixá-los, de já, com água na boca.

2) daqui pro fim do ano, também, outros dois tributos agitarão a ilha: um a Itamar Assumpção; outro a Sérgio Sampaio. Os malditos serão interpretados por duas mulheres. Quem vai?

Estou, de já, envolvido com a produção e assessoria de imprensa dos três shows. Patrocinadores interessados, escrevam (pra quem a gente escrever, pelo menos respondam, risos).

Mais, digo em breve, fiquem ligados/as.

*

TRIBUNA CULTURAL
por Zema Ribeiro*

TRIBUTO AO REGIONAL – TÁ TUDO AÍ PARA QUEM QUISER VER*

Lançado há 35 anos, clássico de Chico Anísio e Arnaud Rodrigues está fora de catálogo – como tantos outros importantes títulos da música popular brasileira.


[Baiano & Os Novos Caetanos. Capa. Reprodução]

Se do “calor” das coisas vive o jornalismo – sobretudo o cultural, sempre tão ávido por lançamentos – às vezes é necessário olharmos para trás, por saudosismo ou coisa que o valha, ou qualquer outro motivo. Uma tristeza, por exemplo, ver Chico Anísio fazendo um papel secundário em novela global. Ele que já ocupou o trono de melhor humorista do país. Ele que, com Arnaud Rodrigues, lançou, há 35 anos, um verdadeiro clássico da música brasileira: Baiano & Os Novos Caetanos (1974).

O título, uma sátira a Caetano Veloso e os Novos Baianos, grupo inventivo que fundiu choro e rock e tinha em sua formação nomes como Moraes Moreira, Galvão, Pepeu Gomes, Baby à época Consuelo e, entre outros, Paulinho Boca de Cantor. Paulinho, aliás, nome do personagem que Arnaud Rodrigues fazia, à época, no programa de TV de Chico Anísio.

O humor dá o tom de Baiano & Os Novos Caetanos, mas engana-se quem pensa tratar-se de um disco de piadas ou, pior ainda, daqueles discos que você ouve uma vez e não sente a menor graça em ouvir uma segunda, por já saber cada texto. Longe disso. Pena as edições que eu tenho em vinil e cd não trazerem nenhuma informação sobre os instrumentistas que participaram da gravação, mas musicalmente é disco bastante interessante.

Chico Anísio, Arnaud Rodrigues e companhia transitam com desenvoltura por rock, ciranda, choro, forró e psicodelia, em sua estreia musical – ainda lançariam diversos outros discos, mas nenhum com a mesma repercussão deste Baiano & Os Novos Caetanos, que deixou alguns clássicos na memória do povo: quem não lembra de Vô batê pá tu, Urubu tá com raiva do boi e Folia de rei?

Uma tristeza a música brasileira, hoje em dia, andar de mau humor, ou quando arrisca, fazer gracinhas tão sem graça.

[O título da coluna de hoje é soma do título da 10ª. faixa de Baiano & Os Novos Caetanos, Tributo ao regional, e verso da mesma faixa. Exclusivo para o blogue: o do post era seção da revista Bizz, última página, lembram?]

*Zema Ribeiro escreve no blogue http://zemaribeiro.blogspot.com

URUBU TÁ COM RAIVA DO BOI
Geraldo Nunes e Venâncio

O urubu tá com raiva do boi
E eu já sei que ele tem razão
É que o urubu tá querendo comer
Mas o boi não quer morrer
Não tem alimentação

O mosquito é engolido pelo sapo
O sapo a cobra lhe devora
Mas o urubu não pode devorar o boi
Todo dia chora…
Todo dia chora…

Gavião quer engolir a socó
Socó pega o peixe e dá o fora
Mas o urubu não pode devorar o boi
Todo dia chora…
Todo dia chora…

OBITUÁRIO

Este blogue está de luto. Tardiamente recebi a notícia da subida do percussionista argentino (há tempos radicado no Brasil) Ramiro Musotto. E mais no “calor” do acontecimento (para usar um termo “jornalístico”) recebi a notícia da subida de Paulo Tovar, que menos gente ainda deve conhecer: trata-se do co-autor de (O voo da) Juriti, do grupo brasiliense Liga-Tripa, já regravada por nomes como Célia Porto e Maria Preá.

A música mundial fica triste.

RAMIRO MUSOTTO (* 31/10/1963 + 11/9/2009)

O percussionista argentino Ramiro Musotto morreu 6ª feira (11) em Salvador, Bahia, vítima de um câncer no pâncreas. Tinha 45 anos. Desde que se mudou para Salvador, em 1984, Musotto, como instrumentista e produtor, cravou seu nome nos créditos de shows e discos de artistas brasileiros importantes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marisa Monte, Martinho da Vila, Lucas Santtana, Lenine, Zeca Baleiro, João Bosco, Daniela Mercury, Margareth Menezes e Paralamas, entre outros.

Leia o texto completo no jornal Cruzeiro do Sul.

PAULO TOVAR (* 1955 + 14/9/2009)

Paulo Tovar viu o voo da juriti pela última vez na noite de segunda-feira. Aos 54 anos, tirou a tranca da janela e foi junto com a ave. O poeta e compositor morreu às 23h05, após dois anos de luta contra um câncer agressivo no cérebro. Quando começou o tratamento com quimioterapia, Tovar decidiu voltar para Catalão (GO), a cidade natal. E foi a 270km de Brasília que o compositor morreu e foi enterrado.

Por Nahima Maciel. Leia o texto completo no Correio Braziliense.

REVERSO EM SANTO ANDRÉ

A Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, divulgou dia 2 de setembro a relação de selecionados para a Mostra de Vídeo. As 25 produções serão exibidas entre os dias 16 a 18 de outubro no Auditório Heleny Guariba (Teatro Municipal).

Leia a notícia completa aqui.

O curta de Francisco Colombo também foi selecionado para o III Festival de Cinema na Floresta (em Alta Floresta, Mato Grosso) e para a 9ª Goiânia Mostra Curtas.